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terça-feira, 23 de abril de 2013

Mancha de nascença

O Mi tem uma mancha dessa bem na testa, e não é pequena não, todo mundo sempre disse que ia sumir e coisa e tal, mas até hoje não sumiu, ela é visível, e quando ele fica bravo, chora a mancha fica vermelhona.
É engraçado que muitas pessoas perguntam se ele bateu a testa, caiu ou coisa do tipo,kkk
Nunca me preocupei com a mancha não, talvez por ela não ser muito grande ou com a tonalidade muito forte, sei lá, mas não me preocupei.
Mas vi que tem muitas mamães que se assustam, ficam com medo de ser algo perigoso, então fui pesquisar e descobri que existem vários tipos de manchas e algumas merecem mais cuidado.

Mancha do bico da cegonha
Por volta de 70% das crianças nascem com manchas róseas que podem se localizar frequentemente na nuca (a cegonha pega a criança com o bico na nuca, daí o nome) e, também aparecem com frequência nas pálpebras e na testa do bebê (neste local são conhecidas como "beijo de anjo"). Elas têm bordas irregulares e desparecem com a pressão dos dedos sobre elas. São decorrentes de uma dilatação de capilares da pele e desparecem até um ano e meio de idade. São absolutamente inofensivas e não é necessário se fazer nada com elas.
Pintas:
Por volta de 2% dos bebês nascem com pintas pequenas, de cor marrom escura, chamadas nevos. Aquelas que têm tamanho maior de 5 cm são consideradas grandes e ocorrem em menos de 1 em cada 100.000 bebês. Podem ocorrer em qualquer local do corpo e não desaparecem. O risco de uma pinta pequena se tornar cancerígena é mínimo, porém as pintas consideradas grandes necessitam um acompanhamento mais de perto, pois este risco sobe para 4%. Há nevos gigantes, que tomam superfícies grandes do corpo, cujo tratamento é cirúrgico e, frequentemente complicado pois necessita enxertos para cobrir a pele retirada. 

Mancha mongólica
São manchas cinza-azuladas, presentes ao nascimento, com bordas irregulares e que se localizam principalmente na região do bumbum do bebê. Seu tamanho pode variar de pequenas até muito grandes e tendem a durar alguns anos, até desaparecer. São decorrentes de um acúmulo de melanócitos, ou seja, células de pigmentação. Não é necessário se fazer nada, pois elas sumirão mais cedo ou mais tarde.

Manchas café com leite
São manchas de cor marrom claro, lembrando mesmo a cor de café com leite. Aproximadamente 10 % dos bebês têm uma e ela não desaparece. Estas manchas propriamente ditas, não trazem problemas, porém, se uma criança tiver três ou mais manchas café com leite, ela deverá ser avaliada para se descartar uma doença genética chamada Neurofibromatose-1. Uma em cada 3000 pessoas no mundo tem esta doença, que pode causar problemas neurológicos, anormalidades oculares e ósseas. 

 Hemangiomas
Os hemangiomas podem ser de dois tipos: hemangioma plano ou hemangioma cavernoso (que cresce mais internamente na pele, como este da foto). Eles ocorrem devido a um crescimento exagerado das células que envolvem os vasos sanguíneos. Os hemangiomas podem estar presentes já ao nascimento ou se desenvolver quando a criança tem algumas semanas ou meses. Eles são cinco vezes mais frequentes em meninas do que em meninos. Muitos podem ser quase imperceptíveis, enquanto outros podem ser bastante grandes. Os hemangiomas tendem a crescer principalmente durante o primeiro ano de vida e, após este rápido crescimento, vão regredindo gradativamente, até desaparecerem. Na idade de 10 anos, 90% das crianças que tinham hemangiomas, já não possuem mais a marca. O tratamento para os hemangiomas, em geral é nenhum, pois eles regridem com o tempo. Porém, se o hemangioma estiver em um local que possa causar dificuldade para a criança enxergar, respirar, ouvir ou comer, pode ser necessário o uso de laser e cirurgia combinados. Atualmente está em uso uma medicação chamada Propranolol, que originalmente é utilizada como anti-hipertensivo, para os casos de hemangiomas cavernosos, pois observou-se que esta medicação ajuda ne regressão dos hemangiomas. Para este tratamento, a criança deverá ser acompanhada pelo médico, que fará uma avaliação cardiológica prévia para a utilização da medicação. Os resultados têm se mostrado excelentes.
 Manchas vinho do porto
Menos de 1 % dos bebês nascem com estas manchas, que são mais frequentes na cabeça e no pescoço. Elas têm cor rosa choque ou vermelha, podem ser bastante grandes, tomando quase metade da face e não desaparecem sozinhas. Estas manchas podem estar associadas a glaucoma, quando ocorrem ao redor dos olhos e , algumas vezes, podem também fazer parte de uma síndrome neurológica chamada Sturge-Weber. Desta forma, crianças com este tipo de mancha, necessitam de avaliação neurológica e oftalmológica. Quanto ao tratamento da mancha em si, o laser é indicado o mais rápido possível, ainda no primeiro ano de vida, pois, desta forma, traz melhores resultados.

Informações retirada do site Pediatrio
A do Mi é o "beijo do anjo", só que não desapareceu não,kkkkkkk



quinta-feira, 11 de abril de 2013

É de perder o folego

O Arthur vem apresentando algo que até entõ pra mim era desconhecido, ele chora e muitas vezes perde o folego, normalmente se dá esses episódios quando ele está no meu colo e preciso colocá-lo no chão para fazer qualquer outra coisa.
Não acredito que seja birra e conversando com o pediatra ele disse que ele é muito pequeno para ter essa consciência, que é comum esse tipo de coisa acontecer principalmente em crianças de 1 ano e pouco, mas que não devo me preocupar porque não causa nenhum dano. Ele me orientou a não se desesperar e chamá-lo, deitá-lo e só.
É interessante o fato de manter a calma né? É para não dar uma importância maior a ponto da criança fazer isso sempre que for contrariada e ao mesmo tempo que não é birra e nem intencional,kkk...
O Arthur sempre que tem eu o pego com calma e o chamo, quando ele volta eu digo que não precisa chorar e explico o motivo de tê-lo deixado, se preciso continuar o que tava fazendo o coloco no chão novamente, nunca aconteceu de logo em seguida ele perder o folego novamente.
Mas teve um dia que me assustei, fui levar o Mi no banheiro e o Arthur ficou chorando, de repente o silêncio, fui vê-lo e ele estava mole, mole e com aboca roxinha, meu coração apertou,mas não me desesperei, e logo ele voltou, aí abracei e levei ele junto pro banheiro, enquanto limpava o irmão ele tava agarrado na perna,kkk.

 Achei no site Pediatrio tudo o que o pediatra dele me disse. segue a reprodução do texto:

O que é perda de fôlego? 
A “perda de fôlego” é uma situação bastante comum na infância e que gera preocupações para muitos pais. A criança parece perder mesmo o seu fôlego e esta condição é resultado de uma apnéia (parada na respiração) provocada pela própria criança, podendo ser ocasional ou ocorrer várias vezes durante o dia.
A perda de fôlego ocorre em aproximadamente 5% da população, principalmente entre os 6 meses e os 2 anos de vida, podendo se estender um pouco além, mas geralmente não costuma acontecer após os 5 anos de idade. Normalmente há uma história familiar de perda de fôlego em 25% dos casos e pode ocorrer igualmente em meninos e meninas. Os casos não são perigosos e não causam dano cerebral, como muitos pais temem. Então, para enfrentar a situação com tranqüilidade, é bom saber um pouco mais sobre este assunto. 

Por que acontece a perda de fôlego?
As crianças pequenas, quando contrariadas nas suas vontades, podem reagir com cara de brava, com gritos, com sapateados ou “chiliques” e mais comumente com um alto e sonoro choro. E durante este choro, às vezes, ocorre um espasmo, com uma parada na respiração, provocando a crise de perda de fôlego.
Como a criança se apresenta numa crise de perda de fôlego?
No meio do choro, a criança para de respirar e fica inerte, quase desmaiada. Em meio à choradeira, a criança fica sem ar e até desmaia. O episódio é muito curto, dura em média, uns 20 segundos, mas é suficiente para apavorar os pais e outras pessoas que também cuidam das crianças.
Tipos de perda de fôlego:Existem dois principais tipos de crises de perda de fôlego: as cianóticas (em que a pele da criança fica arroxeada) e as não-cianóticas (quando a criança só fica pálida, mas não fica roxa).
Crises cianóticas: A crise cianótica costuma ser desencadeada por uma situação de estresse para a criança. Na maior parte das vezes, acontece após a criança sentir-se contrariada. Neste caso, a criança chora e, de repente, ela para de respirar, causando a cor roxa da pele e das mucosas. Algumas vezes, ela parece ficar inconsciente por breves segundos e, ao retomar a respiração normal, volta a chorar.
Crises não cianóticas: As crises não-cianóticas acontecem sem choro e em geral, são motivadas por um susto, por uma batida forte ou por um acesso de vômito. Nesta situação a respiração é momentaneamente bloqueada, como num episódio de soluço. A criança fica pálida e, às vezes, perde a consciência. Mas não há alteração da circulação ou oxigenação e a recuperação é espontânea.
Em qualquer destas duas situações, não há motivo para preocupação. Mesmo assim, convém notificar o pediatra destes episódios. 
Se ficar constatado que se trata da crise da perda de fôlego, não há nada a fazer. O melhor remédio nesse momento é tentar direcionar a atenção da criança para outra coisa de que ela goste, por exemplo: um brinquedo ou uma brincadeira para distraí-la e tirá-la desta situação.
A perda de fôlego pode ser um prenúncio de convulsão?
NÃO. Perda de fôlego não se trata de uma convulsão e em menos de um minuto a criança respirará de forma normal e estará completamente alerta. O pediatra avalia outras situações em que é necessária uma investigação mais aprofundada para descartar episódios de convulsão com exames específicos. 
O que se pode fazer nos casos de perda de fôlego?
Fique ao lado de seu filho e tente não entrar em pânico. Durante a crise de perda de fôlego, seu filho deve permanecer deitado, porque esta posição aumenta a circulação de sangue no cérebro. 
Não é necessário fazer manobras de respiração boca a boca, nem chacoalhar a criança, ou virá-la de cabeça para baixo, ou jogar água em seu rosto, ou passar álcool em seus pulsos. Em poucos instantes o organismo retoma a respiração normal e a consciência volta.
Passada a crise, comunique o fato ao pediatra para que ele faça o diagnóstico e informe a melhor conduta a seguir.
Estes ataques são inofensivos e cessam por si mesmos. A perda de fôlego não é considerada uma doença, portanto não há necessidade de qualquer tratamento medicamentoso.
Nessa hora, é fundamental manter a calma a qualquer custo e não “fazer drama”, nem supervalorizar a situação, porque se os pais se apavoram demais e dão muita atenção a estes momentos de perda de fôlego, a crise tende a se repetir toda vez que a criança é contrariada ou é repreendida e isso pode, desnecessariamente, prejudicar o processo de educação em família.

Vocês passaram por isso já??

quinta-feira, 28 de março de 2013

Dermatite atópica

O Mi desde que nasceu é muito calorento, com 1 mês ele ficou com a pele toda irritada de calor, desde então roupa d efrio é raro ele usar, só quando tá bem frio mesmo.
Sempre achei que a alergia que ele tinha era só isso, de uns tempos pra cá na parte de tras das coxas fica muito feio, ele coça bastante e a pele chega a descamar mesmo, aí um dia o pediatra viu e deu o diagnóstico, receitou uma pomadinha e agora a pele tá limpinha novamente, nos dias quentes ele toma muito banho, uns 3 por dia, mas só 1 com sabonete os outros só com água mesmo, é mais pra refrescar do que outra coisa. Sabonete gosto de usar muito um de mel que minha mãe faz, talvez por conter extratos cicatrizantes é tiro e queda pro Mi, funciona que é uma beleza.
Entenda melhor o que é:

Dermatite atópica (ou eczema atópico) é um processo inflamatório crônico da pele caracterizado por lesões avermelhadas, que coçam muito e, às vezes, descamam. Geralmente, elas se localizam na face das crianças pequenas e nas dobras do joelho e cotovelo das crianças maiores e dos adultos. A dermatite atópica pode estar associada a outras atopias, como bronquite, asma e rinite, por exemplo.
Ainda não se conhecem as possíveis causas da dermatite atópica, mas há evidências de que predisposição genética e histórico familiar de atopias influenciam o aparecimento da enfermidade.
Sabe-se, também, que alguns fatores de risco funcionam como gatilho das crises. Entre eles destacam-se: substâncias irritantes (poeira domiciliar, conservantes, produtos de limpeza e usados na lavagem das roupas), tecidos de lã e sintéticos, frio intenso, ambientes secos, calor e transpiração, estresse emocional.
Sintomas* coceira, que piora com a transpiração;
* lesões avermelhadas que podem apresentar vesículas e escoriações e funcionam como porta de entrada para bactérias.
DiagnósticoO diagnóstico leva em conta a coceira, a localização das lesões, a história familiar e a associação com outras atopias.
TratamentoO tratamento da dermatite atópica começa com os cuidados com a pele que, em geral, é seca. Para tanto, é importante tomar banhos rápidos, não muito quentes, com pouca aplicação de sabonete e passar cremes hidratantes.
Caso se faça necessário e a critério do médico que acompanha o caso, podem ser indicados os seguintes medicamentos: corticóides de uso tópico, imunossupressores e anti-histamínicos. Antibióticos só devem ser utilizados quando houver infecção bacteriana.
Recomendações* Identifique os fatores de risco que ajudam a desencadear as crises para evitá-los. Essa é a melhor forma de prevenir a dermatite atópica;
* Tome banhos rápidos, não muito quentes, use pouco sabonete e aplique hidratantes para impedir o ressecamento da pele;
* Prefira as roupas de algodão às de lã ou fabricadas com tecido misto ou sintético;
* Mantenha abertas as janelas e portas para que o ar circule pelos ambientes;
* Procure assistência médica tão logo surjam os sintomas para evitar que o quadro se agrave.
Fonte aqui


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Hidrocele - água no saquinho

Bom dia meninas, lembrem que eu comentei que o Arthur está com hidrocele?Então como prometido nesse post vou explicar certinho o que é tá?
O que é?
Hidrocele é a presença de líquido em quantidades anormais dentro do escroto e envolvendo o testículo. Pode ser unilateral ou bilateral. As hidroceles podem ser congênitas ou adquiridas.
Como se desenvolve?
No feto, os testículos se situam no abdômen numa região chamada de retroperitônio.À medida que o feto cresce, os testículos migram para baixo em direção ao saco escrotal.
Ao entrar no escroto, carregam camadas do peritônio (camada que reveste o abdômen), como se fosse um dedo de luva. Essa camada contém líquido (1 a 3 ml) que serve para lubrificar o testículo deixando-o móvel dentro do escroto.
O trajeto percorrido pelo testículo desde o retroperitônio até o escroto fecha-se com o tempo. Caso isso não ocorra forma-se um acúmulo maior de líquido em torno do testículo proveniente da cavidade abdominal. Assim são formadas as hidroceles nos pacientes pediátricos, variando de volume conforme o esforço ou posição do paciente.
Por esse canal de comunicação persistente entre abdômen e escroto podem também passar vísceras (intestino), formando-se, nesse caso, uma hérnia.
Já no adulto, as hidroceles são produto do desequilíbrio existente entre a formação e a absorção do líquido naturalmente existente ao redor do testículo. Isso pode ocorrer secundário a processos inflamatórios (epididimite, orquite, tumores) ou traumatismos. Cerca de 5 a 10% dos tumores de testículo apresentam-se acompanhados de hidrocele.
Como se faz o diagnóstico?
Nota-se um aumento não doloroso (mas muitas vezes desconfortável) do escroto uni ou bilateralmente. O aumento varia de dimensões (hidrocele comunicante).
Ao exame físico, percebe-se o aumento do volume do escroto impedindo a individualização do testículo. Com o auxílio de uma lanterna e em ambiente escuro, nota-se que o conteúdo do escroto transilumina, logo se trata de um conteúdo líquido e não sólido.
Caso haja dúvidas diagnósticas, uma ecografia escrotal pode ser solicitada. Com isso teremos detalhes do testículo e visão dos demais componentes do saco escrotal.
Como se trata?
Nos recém-nascidos, pode-se adotar a conduta expectante. Muitas hidroceles nessa idade resolvem espontaneamente em 12 meses (fechamento espontâneo da comunicação). Caso não resolva, ou se há progressão do volume ou presença de hérnia associada, o tratamento é cirúrgico. Geralmente a abordagem cirúrgica é na região inguinal.
No adulto a abordagem cirúrgica é pelo saco escrotal e várias técnicas existem para sua correção. Outra alternativa é a escleroterapia, na qual o conteúdo líquido da hidrocele é retirado e no seu lugar é colocado um líquido esclerosante visando causar o fechamento do espaço em torno do testículo por fibrose.

Alguma mãe de menino passou por isso? Como foi?

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Bebês sem fraldas já viu?



Participo de um grupo no facebook sobre educação, tem muitas dicas e idéias legais para nossos pequenos e um dia uma das moças abordou o assunto sobre a higiene natural dos bebês, eu nunca tinha ouvido falar sobre tal assunto, vocês já?
Aí fiquei com aquela pulga atrás da orelha e fui atrás pra conhecer e entender o lance.Vou transcrever o que achei aqui


"A base do ‘método de higiene natural infantil’ é um exercício de reconhecimento dos ciclos das crianças e uma prática de comunicação. Os adultos que o praticam com as crianças ao seu redor sabem que elas podem comunicar-se de formas não verbais. Da mesma forma que a mãe oferece o seio quando percebe que seu bebê está com fome, ela pode oferecer um pinico, levá-lo à privada ou a um canteiro de terra, ou a qualquer outro receptáculo de sua preferencia ao se dar conta de que a criança precisa urinar ou defecar. A eliminação de xixi e cocô, tão bem como as necessidades de comer ou dormir, possuem natureza cíclica. O reconhecimento desses sinais e ciclos permitem aos pais satisfazer essa necessidade de seus filhos de uma maneira mais harmoniosa que o simples trocar de fraldas.
Adultos adeptos do ‘método de higiene natural infantil’ podem assegurar que os bebês são conscientes de sua necessidade de eliminação e capazes de a comunicar desde muito jovens. Isso contraria teorias segundo as quais é impossível aos menores de dois ou três anos controlar os músculos do esfíncter externo, que controla a abertura voluntária do ânus. Uma das vantagens é que o método permite à criança desenvolver desde cedo a consciência de uma de suas necessidades fundamentais, levando também a uma maior percepção de seu corpo. Todos que praticam este método são conscientes de que os pequenos possuem um senso de limpeza e que não gostam de permanecer sujos e molhados dentro das fraldas. Porém acabam se condicionando a isso até os dois ou três anos, quando é preconizado se começar um treinamento para deixar as grandes causadoras de assaduras.  
É um modo amável que se baseia na escuta das necessidades da criança promovendo um laço afetivo muito forte. Contrariamente ao método convencional de abandono das fraldas, ele é não coercitivo pois não cria um sentimento de sucesso ou decepção a cada eliminação. Isto porque o importante é a capacidade de ouvir e responder à necessidade dos filhos. A mensagem que podemos ter em mente é que as fraldas não são indispensáveis e que é possível em qualquer lugar do planeta praticar a higiene natural infantil. O ‘método de higiene natural infantil’ poupa água e sabão de lavagem no caso das fraldas de pano, mas principalmente no que se refere a utilização de fraldas descartáveis, extremamente poluentes para o ambiente e nocivas para a pele delicada do bebê."

Eu particularmente não curti e nem pensaria em aderir a essa prática, o coco eu concordo que dá pra perceber quando vão fazer, é nítido, mas o xixi??nunca percebi nenhuma mudança de comportamento nos meninos na hora de fazer xixi. Fiquei pensando em como deve ser cansativo toda hora levar a criança no banheiro, na hora de sair e tudo mais, mas o que deve ser engraçado a cara do povo na hora que vc fala que seu filho não usa fralda deve ser.

Para saber mais leia aqui.

E aí você encara essa?

terça-feira, 15 de maio de 2012

Depois dessa ainda vai deixar seu filho chorando???

Todas vocês sabem que eu sou contra quem deixa o bb chorando porque tem que aprender a se acalmar sozinho, ou para não deixar mal acostumado, sou contra, sou daquelas que dão colo a vontade, e como sempre digo, chega a hora que eles não querem mais colo e a gente fica chupando dedo, que fique claro que estou falando de bebês e não de crianças maiores que já sabem e fazem pirraça ok?
Esses dias postaram esse texto em um grupo lá no face e eu amei a abordagem dele, por isso resolvi compartilhar com vcs.


"Como você se sentiria se quisesse conversar com seu marido sobre algo que fosse importante para você, e ele muito cansado de um dia inteiro de trabalho passasse direto por você e fosse olhar os armários da cozinha, depois o guarda-roupas, depois a sapateira, colocasse a mão na sua testa e dissesse para si mesmo:
- Hummm... Os armários estão cheios de comida, o guarda-roupas cheio de roupas lindas, tem sapatos novos na sapateira, ela não está com febre, minha esposa está limpa, bem alimentada, bem vestida, não está com frio nem fome, portanto não há mais nada que ela possa querer ou precisar! Eu a amo muito, mas creio que ela está mal acostumada, vou deixá-la alí falando sozinha, que quando ela se cansar ela dormirá tranquila, pois nada lhe falta..."
Se você como uma mulher adulta, capaz de compreender muitas coisas, não tem apenas necessidades físicas, pq pensar que um bebê recém chegado a este mundo só chora quando está com frio, calor ou fome??
Se você, que é adulta quer ser ouvida, beijada, abraçada e acarinhada, se você que é adulta quer sentir que te amam não apenas cuidando de suas necessidades físicas, quer se sentir segura e amada através do contato e da presença de um marido carinhoso, como pensar que um bebê não precisa (muito mais) da presença física e do contato com sua mãe??
Se você que é adulta precisa de presença, carinho e contato para estar feliz, como achar que um bebê também não precisa?
Se você que é adulta não quer "marcar hora" para receber carinho e atenção, como achar que um bebê merece ter isso de forma restrita e limitada?
Coloque-se no lugar do seu filho por um único instante, e por favor: vá pegá-lo no colo, embalá-lo, niná-lo, dê-lhe o peito, e mostre que você o ama da ÚNICA forma que ele é capaz de compreender agora: com sua presença física!

- Hummm... Os armários estão cheios de comida, o guarda-roupas cheio de roupas lindas, tem sapatos novos na sapateira, ela não está com febre, minha esposa está limpa, bem alimentada, bem vestida, não está com frio nem fome, portanto não há mais nada que ela possa querer ou precisar! Eu a amo muito, mas creio que ela está mal acostumada, vou deixá-la alí falando sozinha, que quando ela se cansar ela dormirá tranquila, pois nada lhe falta..."
Se você como uma mulher adulta, capaz de compreender muitas coisas, não tem apenas necessidades físicas, pq pensar que um bebê recém chegado a este mundo só chora quando está com frio, calor ou fome??
Se você, que é adulta quer ser ouvida, beijada, abraçada e acarinhada, se você que é adulta quer sentir que te amam não apenas cuidando de suas necessidades físicas, quer se sentir segura e amada através do contato e da presença de um marido carinhoso, como pensar que um bebê não precisa (muito mais) da presença física e do contato com sua mãe??
Se você que é adulta precisa de presença, carinho e contato para estar feliz, como achar que um bebê também não precisa?
Se você que é adulta não quer "marcar hora" para receber carinho e atenção, como achar que um bebê merece ter isso de forma restrita e limitada?
Coloque-se no lugar do seu filho por um único instante, e por favor: vá pegá-lo no colo, embalá-lo, niná-lo, dê-lhe o peito, e mostre que você o ama da ÚNICA forma que ele é capaz de compreender agora: com sua presença física!- Hummm... Os armários estão cheios de comida, o guarda-roupas cheio de roupas lindas, tem sapatos novos na sapateira, ela não está com febre, minha esposa está limpa, bem alimentada, bem vestida, não está com frio nem fome, portanto não há mais nada que ela possa querer ou precisar! Eu a amo muito, mas creio que ela está mal acostumada, vou deixá-la alí falando sozinha, que quando ela se cansar ela dormirá tranquila, pois nada lhe falta..."Se você como uma mulher adulta, capaz de compreender muitas coisas, não tem apenas necessidades físicas, pq pensar que um bebê recém chegado a este mundo só chora quando está com frio, calor ou fome??Se você, que é adulta quer ser ouvida, beijada, abraçada e acarinhada, se você que é adulta quer sentir que te amam não apenas cuidando de suas necessidades físicas, quer se sentir segura e amada através do contato e da presença de um marido carinhoso, como pensar que um bebê não precisa (muito mais) da presença física e do contato com sua mãe??Se você que é adulta precisa de presença, carinho e contato para estar feliz, como achar que um bebê também não precisa?Se você que é adulta não quer "marcar hora" para receber carinho e atenção, como achar que um bebê merece ter isso de forma restrita e limitada?Coloque-se no lugar do seu filho por um único instante, e por favor: vá pegá-lo no colo, embalá-lo, niná-lo, dê-lhe o peito, e mostre que você o ama da ÚNICA forma que ele é capaz de compreender agora: com sua presença física!"
Luzinete Rocha Cruz Carvalho

sábado, 3 de março de 2012

Bebê no chão

Algumas mães relutam um pouco em colocar seus bebês no chão para brincar, mas a partir do quarto mês de vida, o bb começa a ganhar novas habilidades motoras, como rolar o corpo para os lados e, mais tarde, conseguir sentar sozinho. Então, pra estimular estas movimentações, nada melhor do que deixá-los brincar no chão sobre um edredom ou tapete lúdico para que possam brincar e explorar o ambiente à vontade. E nada de receio, mamães de plantão. Com os cuidados certos eles só tem a ganhar com essa atividade.Se até agora o seu bebê passou a maior parte do tempo entre berço, carrinho e colo, é hora de expandir esses horizontes. Os estudiosos fizeram um estudo que comprova que as criança que cresce com liberdade para se movimentar, o que inclui brincar no chão, têm um desenvolvimento mais rápido.
É que brincar no chão, além de desenvolver a motricidade e fazer com que ossos e músculos sejam fortalecidos, também estimula a percepção e ainda serve de treino para que os bebês aprendam a engatinhar.
Como estimular seu bebê?
Coloque-o de bruços sobre um edredom macio ou qualquer coisa que os proteja,uma ótima dica são aqueles tapetes de EVA, que hoje em dia se encontra por um preço bem acessível..
Deixe os brinquedinhos em sua  volta estimulando-o a pegar, é importante que deixe próximo para que ele consiga pegar com um certo esforço e sempre comemore quando ele conseguir.
Não o deixe por muito tempo, pois o bebê cansa facilmente e logo irá se irritar.
Cuidados necessários
Não precisa ficar com medo de colocar seu bebê para brincar no chão, é só garantir que o ambiente seja seguro e limpo. Evite lugares perto de escadas, janelas e quinas de móveis.
Cuidado com objetos que quebram com facilidade ou que sejam perigosos de alguma forma ao alcance da criança. Proteja todas as tomadas da casa, guarde os tapetes escorregadios e recolha os fios de aparelhos elétricos que as vezes ficam à mostra.
O ambiente deve ser limpo com pano úmido, mas não precisa exagerar na dose. Eles precisam também de um pouco de vitamina “S” de sujeira  Lembre-se que um lugar “esterilizado” demais dificulta a criação dos tais anticorpos que defendem o organismo.
Se o seu bebê já sabe sentar sozinho, coloque algumas almofadas em volta para quando seu bebê perder o equilíbrio e tombar, não machucar a cabeça ou o rostinho.
Quando a criança cair ou entre em pânico, porque a maioria das vezes não é nada grave e voc~e se mantendo calma passará confiança ao bebê.
Então bora colocar esse bebê no chão, ele vai te agradecer.



sábado, 18 de fevereiro de 2012

Dúvidas comuns sobre amamentação - Parte II

Não leu a 1ª parte dessa postagem? Clique aqui
Posso fumar, beber ou usar drogas? 
Todas essas substâncias químicas passam pelo leite. O melhor é evitar. Se não conseguir, consuma o mínimo possível e nunca antes da mamada.
Meu seio vai voltar ao normal após a amamentação? 
O corpo da gente passa por várias modificações ao longo da vida. Após a gravidez, com todas as transformações hormonais que passamos, os seios sofrem modificações, se você amamentar, ou não! O que você pode fazer é usar sempre um soutien confortável durante a gestação e passar óleo de amêndoas - mas nunca na aréola e mamilo - mas a forma que seu seio vai ficar vai depender muito mais de um componente genético, que qualquer outra coisa!
A amamentação diminui meu desejo sexual? 
Às vezes sim, às vezes não. Os resultados de pesquisas são conflitantes. O desejo sexual depende de muitas coisas, além dos hormônios. O cansaço não ajuda muito, não é mesmo? Tanto a mulher como o homem estão se adaptando a uma nova vida, cuidando desse novo ser. A energia, antes dependida em noites de amor, podem estar sendo usadas, para trocar fraldas, dar banho, amamentar. A boa notícia é que isso não é para sempre e vocês podem superar essa fase… Portanto, tenham paciência se as coisas não parecem ser as mesmas.
E se estiver sentindo dores nas relações sexuais? 
Você pode estar tendo menos lubrificação, por mudanças hormonais. Esse problema pode ser resolvido com o uso de um lubrificante como KY, da Johnson. Esse é um grande aliado que não deve ser esquecido!
Posso compartilhar meu seio com o bebê e meu companheiro? 
Os seios são zonas erógenas importantes - e ainda mais hoje em dia!!! Se vocês se “divertem” também com o seio, não deixem de fazê-lo. Faça seu companheiro saber que o seio não é exclusividade do bebê.
Se ele não se incomoda - ou mesmo gosta - de um pouco de leite materno, não se preocupe, não vai fazer mal nenhum para o bebê, nem para ele. Mas, se ele não gosta do leite, tente amamentar imediatamente antes do momento em que vão fazer amor. Isso vai diminuir a quantidade de leite que escorre dos seios e, de quebra, ainda vai garantir que o bebê durma um pouco mais, não interrompendo vocês!
É normal o leite espirrar durante a relação sexual? 
O hormônio ocitocina, conhecido como o “hormônio do amor”, está envolvido em ambos os casos, na relação sexual e na amamentação. Durante o orgasmo pode haver uma descarga de ocitocina que faz com que tenha uma descida do leite. Isso não acontece com todas as mulheres, mas é perfeitamente normal, especialmente nos primeiros dias ou meses da amamentação. Pode ser um pouquinho de leite ou uma “fonte”. Alguns casais gostam e isso passa a fazer parte do “clima” da relação. Se você quiser reduzir essa possibilidade, faça o que sugerimos na resposta acima, amamente seu bebê antes da relação sexual, para diminuir a quantidade do leite - ou desmame um pouco manualmente.
Como aumentar os momentos de intimidade com meu companheiro durante o período em que estou amamentando? 
Nas primeiras semanas, dificilmente a mulher vai sentir-se disposta para sexo no final de um extenuante dia de trabalho com o bebê. Mas, como em qualquer época da vida, carinho e atenção podem ser a solução.
Posso engravidar se estiver amamentando? 
Sim. A amamentação só evita uma nova gravidez em circunstâncias especiais.
Posso usar pílulas anticoncepcionais enquanto estiver amamentando? 
Pílulas a base de estrogênio são desaconselháveis, pois podem diminuir a produção do leite. Se fizer questão de um método hormonal, procure usar pílulas à base de progesterona, fale com seu/sua ginecologista sobre isso. E pense na possibilidade de usar métodos de barreira como a camisinha… bem lubrificada!
Ainda estou amamentando, mas quero engravidar. O que fazer? 
Apesar de ser possível engravidar enquanto estiver amamentando freqüentemente, pode ser difícil engravidar nesse momento. Mesmo que você já tenha voltado a menstruar pode ser que a amamentação esteja inibindo a ovulação. Se você decide ter um bebê, agora, a primeira coisa que deve fazer é evitar a amamentação à noite e diminuir o número de mamadas em geral. As crianças, em sua maioria, desmamam naturalmente nos primeiros meses de gravidez, devido às mudanças do sabor do leite materno.
Meu bebê chora muito. Será que está com fome? como saber se ele está mamando o suficiente? 
Primeiro, lembre-se que, nem sempre o bebê chora por fome. Observe se está bem agasalhado, ou sentindo calor. Às vezes ele quer apenas um pouco de “colo”. Lembre que há pouco tempo ele estava em um lugar bem seguro!
Para saber se está mamando o suficiente, observe se está molhando as fraldas de 4 a 6 vezes por dia e se faz cocô de 3 a 4 diariamente. Mas, lembre-se que as vezes o bebê que mama apenas no peito pode demorar mais a defecar.(crianças alimentadas com leite materno podem ficar até 7 dias sem evacuar que não é nenhum problema).
Não se preocupe muito, ele provavelmente está mamando o que precisa. Se achar que o seu leite está diminuindo, ofereça o seio mais vezes.
E se ele quiser mamar o tempo todo? 
Bebês adoram mamar! No seu seio ele vai receber não somente alimento mas amor e aconchego, podemos imaginar porque gosta de ficar ali! Isso vai acontecer especialmente nas primeiras semanas. Lembre-se que apenas alguns dias atrás o bebê estava dentro da sua barriga em um lugar protegido e quieto. Acredite, isso não vai acontecer para sempre, breve ele vai começar a descobrir o mundo e não vai querer ficar tanto tempo ao seio.
Meu seio está ingurgitado (empedrado), o que fazer? 
Antes de tudo, o melhor é prevenir, seguindo todas as orientações para posicionamento do bebê ao seio.
Mas se estiver mesmo ingurgitado, você tem que retirar um pouco do leite antes do bebê mamar, senão a pele da aréola e mamilo vai estar muito tensa e pode ferir.
Faça o seguinte: Ferva uma bacia de água. Sente-se em uma cadeira, com os seios pendendo em cima do vapor dessa água. Faça massagens de cima para baixo no seio, para facilitar a descida do leite. Se continuar empedrado, coloque algumas compressas de água fria e continue fazendo as massagens de cima para baixo.
Procure mudar as posições da mamada, tente as amamentar deitada ou segurando o bebê como uma “bola de futebol americano”.
Não pare de amamentar. Se estiver difícil de retirar o leite peça ajuda do seu companheiro que pode “mamar” um pouco, retirando o leite em excesso e facilitando a mamada do seu bebê, dessa forma.
E se eu tiver febre? 
Nesse caso, provavelmente você tem uma mastite. Procure ajuda médica, de preferência de algum profissional que apoia a amamentação e vai lhe ajudar a superar essa dificuldade sem desmamar.
Meus mamilos estão feridos, sinto muita dor, o que fazer? 
Preparar os seios, fortalecendo a pele, durante a gravidez, ajuda a prevenir esses problemas.
Mas, se já estiver ferido, evite pomadas, espalhe o próprio leite materno que é um excelente cicatrizante e pegue um pouco de sol. Procure ajuda médica para checar se a boquinha do bebê e seu seio não têm “sapinhos”, se tiver, precisa tratar os dois ao mesmo tempo. E, principalmente… não pare de amamentar!
É possível voltar ao trabalho e continuar amamentando? 
Sim. para isso, você deve, desde cedo aprender a retirar seu leite e estocá-lo, para que seja oferecido ao bebê, na sua ausência. Também precisa do apoio e compreensão da babá ou de quem for ficar com o bebê para que dê esse leite com um copinho, e nunca com mamadeira, que vai causar uma “confusão de bicos”.
Quais os direitos trabalhistas que temos? 
Estabilidade no emprego para gestantes, licença maternidade de 120 dias, paternidade de 7 dias e pausa para amamentação.
Quanto tempo deveria amamentar? 
O ideal, segundo a Organização Mundial da Saúde, é a amamentação exclusiva nos seis primeiros meses, depois que se continue a amamentação, com complemento alimentar - que pode ser a própria comida da família, incluindo muitas frutas e verduras - até os dois anos de vida, pelo menos.
Estou grávida. Posso continuar amamentando?! 
Pode sim, desde que não esteja com risco de aborto. A amamentação pode provocar contração uterina.
Como desmamar? 
O desmame é sempre diferente para cada mulher e bebê. Não existe uma fórmula, além de muita paciência. Alguns bebês desmamam naturalmente, decidindo parar de mamar, por conta própria. Outros resistem ao desmame, mesmo que a mãe já tenha decidido.
Se você realmente quer desmamar, evite medidas drásticas como colocar pimenta no seio! Tente começar conversando com seu bebê e explicando que precisa parar de mamar no peito. Inicie cada vez mais novos alimentos. Busque frutas e verduras diferentes, que a criança possa gostar. Peça para outras pessoas oferecerem, a sua presença e o “cheirinho” do leite vão fazer a criança querer mamar.

Fonte: Aleitamento.org.br


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Dúvidas comuns sobre amamentação - Parte I

Eu sou super a favor da amamentação e posso dizer que é um momento prazeroso e que deixa muitas saudades, mas infelizmente muitas mães não tem sucesso na amamentação por falta de conhecimento e infelizmente muitos tabus ainda existem sobre esse assunto, espero que essas perguntas ajudem as mães e futuras mães a terem sucesso na linda arte de amamentar.
Fiquem ligadas que amanhã terá a parte 2.
Quais as vantagens para a mãe?
A mãe que amamenta se sente mais segura e menos ansiosa. Não existe nada melhor que olhar um bebê de cinco meses de idade e saber que toda a nutrição que ele precisa vem de você!
Proporciona mais rapidez na diminuição do volume do útero e evita a hemorragia no pós-parto, uma das principais causas de mortalidade materna, no Brasil.
A amamentação estimula a produção de oxitocina, que estimula as contrações que vão diminuir o tamanho do útero e expulsar a placenta. Essas contrações também agem nos vasos sanguíneos da mulher diminuindo o sangramento.
A mulher que amamenta tem menos risco de contrair câncer de mama;
A amamentação exclusiva protege contra anemia (deficiência de ferro). Já que as mulheres amamentando exclusivamente demoram mais tempo para menstruar, seu “estoque” de ferro não é diminuido com sangramento mensal;
A amamentação diminui o risco de osteosporose na vida madura.
Amamentar ajuda a mulher voltar ao peso normal mais rapidamente;
Amamentar é muito prático! Após o período inicial, de adaptação, fica muito mais tranquilo. Observe mulheres que amamentam bebês maiores. Tudo que você precisa é levantar a blusa e dar o peito para o bebê. Não precisa sair pra comprar leites e mamadeira, não precisa ferver o equipamento, esquentar leite, mexer, etc. Se você dormir com o bebê na mesma cama, não precisa levantar pra preparar a comida, basta tirar o peito e colocar perto do nenem. Ele faz o resto.
O leite materno está sempre na temperatura ideal, não precisa se preocupar se está frio ou vai queimar a boquinha do nenem! Além do mais nunca azeda ou estraga na mama.
Posso não ter leite suficiente para meu bebê? 
Toda mulher tem a capacidade de produzir leite materno. Você também pode. O segredo vai ser… amamentar! quanto mais o bebê mama, mais você produz leite!
E se meu leite for fraco? 
Não existe leite fraco! Mesmo as mães com desnutrição grave têm um leite que é o melhor alimento para seus bebês. Pode haver pequena diminuição em alguns componentes, mas ainda assim vai ser o alimento ideal para aquele bebê.
É normal sair um pouco de leite durante a gravidez? 
Sim, isso já é o colostro, se preparando para sair! mas se você não tiver, não se espante, também é normal. O colostro vai aparecer nos primeiros dias de vida do bebê!
Posso amamentar se tiver seios pequenos? 
A produção de leite não tem nada a ver com o tamanho do seio.
Quais as vantagens de começar amamentar tão rápido? 
Pesquisas mostram que na primeira meia hora após o parto o bebê está “prontinho” pra mamar! Se ele recebe mamadeira, mesmo que com com glicose, e não leite artificial, você vai perder esse momento especial e o bebê pode ficar sonolento, quando for ao seu quarto para mamar. Ele também vai aproveitar ao máximo o colostro, que é uma “vacina” pro seu bebê!
Há vantagens para a mãe? 
Claro! a amamentação logo após ao parto, ajuda a mulher a se recuperar mais rápido do parto, fazendo contrações uterinas que vão ajudar a expulsar a placenta mais rapidamente.
Medicamentos no parto atrapalham a amamentação? 
Considere cuidadosamente o uso de medicamentos no parto, como anestesia peridural - eles podem mudar o comportamento do bebê ao seio, nas duas primeiras semanas, período que as substâncias ficam no corpo do bebê. Ele pode ficar mais sonolento e ter mais dificuldade para sugar. Se você decidir usar medicamentos, pode tentar que seja o mínimo e aplicado o mais tarde possível no trabalho de parto, para afetar menos o bebê.
Quantos dias pode levar para o leite “chegar”? 
No final da gravidez seus seios vão iniciar a produção de colostro. O leite “maduro” não tem uma data certa para chegar. A produção de leite aumenta gradativamente nas primeiras 36 horas após o parto, e aí entre o segundo e quinto dia após o nascimento do bebê aumenta drasticamente, se o bebê estiver estimulando, mamando frequentemente. Nessas duas semanas seguintes vai transformando-se gradativamente de colostro em leite maduro.
Amamentar dói? 
Não deve doer. Às vezes, no início, você vai sentir umas cólicas, é o útero contraindo - o que é ótimo pra você! Se o mamilo estiver doendo, observe a posição do bebê junto a você e a sua “pega” ao seio . Também olhe a boquinha do nenem. Às vezes o bebê pega “sapinho” na maternidade e contamina o seio materno, o que é muito doloroso. Nesse caso, pergunte a/o pediatra a melhor forma de tratar.
Devo comer ou beber algo em especial para ter leite? 
Não. Apenas beba mais água. Evite alguns alimentos como feijão, chocolate, ovos, leite, apenas se o bebê demonstrar ter cólicas
Vou precisar comer mais para amamentar? 
Você precisa, como todo mundo de alimentos saudáveis como frutas e verduras em abundância. E muita água e sucos! Nada mais! Não acredite que doces podem aumentar a produção de leite. Isso só vai aumentar as calorias ingeridas e uns quilinhos a mais!
Como emagrecer amamentando? 
A amamentação ajuda a mulher a emagrecer, já que ela vai usar umas calorias a mais para produção do leite! Além disso, o ideal é fazer mais exercícios físicos - quando aguentar! E ter uma alimentação balanceada. Não é momento de dietas rigorosas e remédios para emagracer, nem pensar!



quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Seu filho assiste muita televisão??

A Associação Americana de Pediatria divulgou ontem um relatório em que sugere que crianças de até dois anos fiquem longe da televisão.
De acordo com a associação, a TV distrai as crianças e substitui brincadeiras importantes para a compreensão das relações sociais, que acontece nessa fase.
O desenvolvimento da coordenação motora e da fala também estaria prejudicado pelo uso intensivo de TV, além dos DVDs portáteis no carro, smartphones e tablets.
Isso porque quanto menos um adulto conversa com a criança, pior é o desenvolvimento da sua fala.
"Quando a TV está ligada, os pais conversam menos", diz Ari Brown, da Associação Americana de Pediatria.
Os prejuízos causados pela telinha aos menores de dois anos acontecem mesmo com os programas educativos. De acordo com a entidade norte-americana, esses programas não são compreendidos pelos pequenos.
"Alguns executivos da mídia afirmam que programas educativos devem ser assistido com os pais para facilitar a interação social. Mas não está claro se isso acontece", escrevem os pesquisadores.
O estudo foi publicado ontem na versão on-line da revista científica "Pediatrics".
De acordo com a associação, 90% das crianças de até dois anos nos EUA assistem TV com frequência. Em menos da metade das vezes, essa atividade é feita na companhia dos pais.
A hipótese dos cientistas é que mesmo quando os pais estão junto na sala de TV, o aparelho atrapalha as relações sociais em família -principalmente se o programa assistido for para adultos.
O Brasil não tem recomendações explícitas como as americanas. Mas de acordo com o neurologista Saul Cypel, membro da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria), por aqui também se prega que crianças pequenas devem ficar longe da TV.
"O ideal é que o bebê estabeleça relações. Mas crianças pequenas não interagem com mídias", explica Cypel.
"Às vezes os pais estão cansados e buscam desenhos para distraí-las. Mas, nessa idade, as crianças querem brincar com coisas simples como tubinhos e caixinhas."
MAIS MÍDIAS
Em 1999, a Associação Americana de Pediatria já havia sugerido que crianças com menos de dois anos ficassem longe das TVs. Mas desde então a quantidade de mídias aumentou muito.
A ideia agora é reforçar que a exposição de crianças pequenas a esse tipo de entretenimento tem efeitos mais negativos do que positivos e dar conselhos aos pais.

Texto retirado daqui.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Banho de balde

Bom dia meninas, hoje vou falar a respeito do banho de balde, sou super a favor e adepta, não usei no Mi e não pretendo usar com o próximo baby exclusivamente o balde, acho mais fácil a banheira para fazer a higiene do bebê (mas muitas vezes dei banho com sabonete e tudo mais, principalmente quando estava na casa da minha mãe ou de outra pessoa), mas como aqui na minha cidade é bem quente um único banho por dia é quase impossível, o Mi desde pequeno sempre tomou dois banhos por dia, porém com recomendação da pediatra só um banho era para fazer uso de sabonete, pois ele acaba tirando a proteção natural da pele(isso serve para nós adultos também), então aqui na parte da tarde ocorria o banho normal de banheira e a noitinha, como rotina de sono, era a hora do banho de balde depois da shantala (já ensinei a fazer aqui).
O Mi gostava muito, relaxava mesmo, relaxava tanto que chegou a fazer coco algumas vezes no balde,hehehe...outra dica é colocar chá de camomila na água, ajuda a relaxar ainda mais e caso o bebê tome um pouco não tem problema porque é natural.
Muitas mães não sabem quando podem começar a dar, o primeiro banho do Mi aconteceu no 3º dia de vida dele, ele chorava sem parar, aos berros e eu sem saber o que fazer lembrei do balde, foi mágico, foi colocá-lo na água e ele parou de chorar na hora, saiu mamou e dormiu tranquilamente, no dia ainda nem tinha comprado um balde para essa finalidade e acabei usando o que tinha em casa mesmo, meu marido limpou bem com álcool e água quente antes de colocar o Mi, no dia seguinte saímos e compramos um só para essa finalidade, comprei um normal mesmo, da Sanremo de 15 l .
"O banho de balde é uma opção diferente para o banho do bebê, porque oferece uma oportunidade de relaxamento através da imersão na água, a exemplo dos banhos de ofurô.
A água quente (37 a 38ºC) é relaxante, analgésica e organizadora, imita o ambiente intra-uterino e permite melhora nos estados de agitação, insônia e cólica dos bebês.
Os banhos podem ser dados desde o primeiro dia de vida até quando o bebê ainda couber (4 a 6 meses de idade). Não é necessário o uso de outro tipo de banheira. Nas primeiras semanas é preciso ajuda para que um adulto segure o bebê e o outro passe sabonete. Depois de um tempo o bebê fica mais firme e uma só pessoa pode dar conta.
Se for de preferência dos pais, o bebê pode usar o ofurô só para relaxar, depois de um banho na banheira tradicional. O bebê pode ser banhado embrulhado (se for só para relaxamento) ou nu (se for feita a higiene também)." Texto retirado daqui

1ª banho de balde com 3 dias, balde feio, mas limpinho para ele tomar viu gente?
Curtindo um banho
Aqui nem lembro quanto tempo ele tava, mas era sempre diversão


Aqui ele ficou entalado dentro, o balde estava dando sopa no banheiro e ele estava na banheira, quando voltei ele tinha colocado a água da banheira no balde e mudado o lugar do banho,hehehe



quarta-feira, 23 de novembro de 2011

E como foi o caso desfralde nas férias???

Ain meninas to meio sumidinha, sem retribuir as visitas, me perdoem, mas fim de ano aqui tá puxado, muitas encomendas e sem muito tempo pra ficar na net, ainda mais com o calor que anda fazendo tenho passado mal e só quero ficar deitada...
Mas vamos lá, lembram que comentei sobre o que faria nas férias com o desfralde do Mi?(se não leu, lei aqui)...depois de escrever milagrosamente ele começou a pedir para fazer xixi sempre, estava toda feliz que já tínhamos vencido mais essa etapa e achei que na viagem seria tranquilo...doce ilusão.
Chegamos na minha mãe e o primeiro dia foi tranquilo, depois ele não queria saber de privada não, chorava, gritava desesperado para não sentar no vaso e o pior de tudo é que nem deixava escapar na cueca, sapeatava com vontade e não fazia, mesmo depois de eu falar que podia fazer na cueca, colocar fralda era algo que ele não aceitava, a noite quando dormiu a fralda até vazou de tanto xixi, no dia seguinte a mesma coisa, dava agonia de ver o desespero dele, deixei chorar e coloquei a fralda, conversei com ele que quando voltássemos para casa ele ficaria novamente de cueca e aí ele aceitou a fralda e passamos os dias das férias com essa companheira.
E quando voltamos como foi??
Tivemos que recomeçar tudo, foram uns dois dias de xixi pela casa, coco na cueca e toda lenga lenga habitual do desfralde. Na escola tudo normal, xixi na privada com ele pedindo, só em casa que nada funcionava, mas depois desses dois dias ele começou a pedir, as vezes escapava, normal...mas agora já está tudo ótimo, sempre pede para fazer xixi ou coco, a novidade agora é que não quer saber de assento redutor não, vai direto na privada e as vezes cisma que quer fazer xixi de pé, o que é impossível...mas epois que ele percebe que não dará certo ele senta numa boa.
Mais uma etapa vencida!!Meu bebê se torna mocinho numa velocidade absurda...faz parte da vida né?
O desfralde noturno ainda nem cogitei, tem dias que amanhece seca, em outros dias amanhece cheia, antes de ontem ele acordou de madrugada para pedir pra fazer xixi e sabem o que eu fiz??Mandei fazer na fralda, estava muito cansada para levantar...#mãedemerda, mas gente o sono me pegou de jeito e não conseguia nem raciocinar direito,hehehe.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Birra por Dr Krap


O Dr. Karp diz o seguinte:
- Falar no idioma da criança, o "criancês" - Frases curtas, simples e diretas
- Entonação e interpretação: se a criança está brava, finja braveza (mas não finja demais para que ela não se irrite) e demonstre que entendeu o que ela está querendo dizer, por exemplo:
Se sua filha, a Fulaninha está toda feliz comendo o café da manhã você diz "fico contente em ver que você está degustando seu cereal tranquilamente" ou "que gostoso!"? Você faz uma expressão séria ou dá um sorriso? É o mesmo princípio.
Fulaninha quer o pote de biscoito e começa a birra. Você diz: 
- "Fulaninha brava. Brava! Quer biscoito!". Segundo o livro (ainda não testei) a criança vai prestar atenção em você, já que percebeu que você a entendeu, aí nesse momento é sua vez de falar e levá-la para fazer outra coisa.
É só pensar em como lidamos com outros adultos. Se alguém está triste você também demonstra em seu rosto um pouco de tristeza. 
Existem outras dicas, como quando a criança é do tipo "ditadora", você ignora de modo gentil, não fala desse lado dela para outras pessoas (mas pode falar bem, de como ela se comporta, de modo que ela ouça); se ela quer mandar, faça algo engraçado tipo "Vamos então mandar nesse chinelo. Chinelo, vá já escovar os dentes!", a criança vai achar engraçado. Outra dica é sussurrar, daí a criança terá que parar de gritar para te escutar. Há situações em que um abraço resolve.
NECESSIDADES: Sempre fique atenta para o que a criança necessita, como comer, dormir, brincar. Criança com sono, tédio fica chorosa, irritada.
Enquanto novinhos, DISTRAIR pode funcionar. Depois pode piorar as brigas.
Oferecer ESCOLHAS: Se a criança dá um piti que não quer a roupa que VOCÊ escolheu, dê duas opções e deixe que ela escolha. Isso evita muitas brigas.
Explicar o que será feito (aí depende da idade e da compreensão): "nós vamos a tal lugar, fazer Tal coisa e voltaremos para casa. Você pode fazer Tal coisa e só.". 
Mas SEMPRE demonstre RESPEITO. É difícil para seu filho ser menor, mais fraco, sem saber compreender bem as normas sociais, sem saber como lidar com os próprios sentimentos, sem ter voz ativa, sem saber se expressar. 

Do livro "A criança mais feliz do pedaço" (Dr. Karp):

"Diplomacia é um trabalho complexo, mesmo assim, a maioria de nós recebeu menos treinamento para ser pai e mãe do que para obter nossa carteira de motorista !"
"Há inúmeras dificuldades em criar uma criança, mas aqui estão as cinco que geralmente complicam a vida até de pais e mães perfeitos (isso se eles existissem, mas não existem):
- Sentimentos de frustração: o comportamento do seu filho pode frustrar você ou até deixá-lo com raiva;
- Sentimentos de fracasso: conflitos diários podem levá-lo a sentir-se inapto;
- Sombras do passado: sentimentos mal resolvidos da sua própria infância podem voltar para assombrar você;
- Temperamento: a personalidade de alguns pais pode ser conflitamente com a dos filhos, como listras e bolinhas numa roupa;
- A vida moderna por si só: nossa vida moderna não é organizada de modo a ajudar-nos com nossos filhos pequenos."

Dicas até 4 anos, para crianças muito ativas

1. Esteja ao ar livre o quanto for possível. Oportunidades de queimar energia e brincar ao ar livre são importantes.
2. Faça uma troca periódica dos brinquedos. Mantenha alguns disponíveis e guarde outros. Eles parecem mais interessantes depois de não terem sido usados por um tempo.
3. Garanta o descanso do seu filho. Crianças ativas muitas vezes resistem ao sono por serem tão excitáveis por qualquer coisa que estejam fazendo. Quanto mais cansados estiverem, mais difíceis de lidar.
4. Divirta-se. Implorar e ameaçar não adianta. Você obterá mais cooperação oferecendo opções e requisitando a ajuda dele do que dando ordens.
5. Faça da sua casa "amiga da criança". Remova enfeites que quebram facilmente, coisas valiosas e coisas onde se possa tropeçar.
6. Tenha limites, poucos, mas firmes. Crianças ativas têm problema com excesso de limites, mas também com inconsistência em reforçar os limites. Você pode relaxar as regras - mas quando fizer, tenha certeza de que ele entendeu que é uma exceção, não uma mudança à regra.
7. Evite excesso de estímulo. Por algumas horas antes de dormir, diminua as luzes, ligue um barulho calmo para distrair e evite música alta ou TV.
8. Tente não reagir exageradamente a cada insulto ou tapa. Só porque seu filho está agindo como se fosse primitivo, não significa que você deva fazer o mesmo.
9. Tenha muitas cartas na manga para manter seu filho ocupado. Por exemplo, tenha à mão, atividades que produzem pouca bagunça, como giz de cera com papel e massinha de modelar.
10. Ensine à criança habilidades sociais. ("O amigo pode emprestar a bola se você pedir a ele educadamente com um grande sorriso").
11. Ensine a ele palavras para expressar seus sentimentos: "Você está agindo desse jeito às vezes porque está com fome. Quer um lanche ?"
12. Pratique técnicas de acalmar-se para desenvolver a habilidade de retornar à situação sem explodir.
13. Use a "psicologia reversa" para ajudar seu filho "do contra" quando ele quer fazer exatamente o oposto do que você quer. "NÃO ! Não coma esta maçã, por favor !"

Seis instrumentos básicos

Segundo Dr. Karp, os seis instrumentos básicos para fazer o trabalho do pai/mãe mais fácil (100 vezes mais fácil):
- Mostrar respeito: depois do seu amor, é o que seu filho mais quer;
- Elogiar: elogios ajudam a mudar gentilmente o comportamento do seu filho para melhor;
- Falar através da "porta secreta" da mente do seu filho: crianças pequenas odeiam palestras, mas eles prestam atenção em tudo o que escutam quando não está sendo dito diretamente a eles;
- Desenvolver a auto-confiança da criança: jogos estimulam a auto-confiança;
- Encorajar a paciência: ensine seu filho a esperar - aos poucos;
- Oferecer recompensas: algumas vezes é o que falta para haver mais cooperação.
Como mostrar respeito quando falar com a criança pequena ?
- Sorria, olhe olho no olho;
- Sente-se, ajoelhe ou abaixe-se de modo que seu rosto esteja abaixo do nível da criança;
- Incline-se para a frente, na direção do seu filho;
- Escute-a com interesse, sem interrompê-la;
- Responda-a imediatamente;
- Peça permissão para dar conselhos. Faça isso até com a criança pequena. Ela pode não entender as palavras, mas vai apreciar o tom respeitoso da voz.
"Crianças pequenas prestam mais atenção à nossa linguagem corporal do que às nossas palavras".
"Não se surpreenda se você sentir-se pouco à vontade - quer dizer, um pouco esquisita - quando começar a falar a linguagem infantil - independentemente de onde viva. No começo, a maioria dos pais evita fazer isso na frente dos outros. "Dá vergonha !" (alguns pais praticam sozinhos no banheiro - de frente pro espelho, é ótimo).
Como eu digo, falar calmamente funciona com crianças calmas e tranqüilas. Refletir a intensidade emocional da criança é geralmente necessário para ajudar crianças aborrecidas a sentirem-se respeitadas e compreendidas. Demonstrar compreensão quando a criança está brava transmite a mensagem de que você ainda a ama, mesmo quando ela está nervosa."

Dr. Karp - The Happiest Toddler on The Block
trechos do livro copiados da PR

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